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Petróleo move nova indústria naval no país

Publicado em 28 de janeiro de 2014 em Últimas Notícias | 0 comentários

Petróleo move nova indústria naval no país

A exploração petrolífera está impulsionando atividades nos estaleiros brasileiros

Com a enorme demanda gerada pela exploração de petróleo, a construção naval brasileira começa a adquirir ritmo a partir da retomada das encomendas, no início dos anos 2000, após duas décadas de crise. Hoje, os estaleiros brasileiros empregam quase 80 mil pessoas na construção de navios e plataformas de petróleo.

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Organização Maramar cria iniciativas para cuidar dos ambientes costeiros

Publicado em 28 de janeiro de 2014 em Últimas Notícias | 0 comentários

Organização Maramar cria iniciativas para cuidar dos ambientes costeiros

ONG destaca problemas socioambientais presentes no território marinho.

Poluição marítima, problemas no tráfego de embarcações e a falta de informação para preservar a costa, são apenas alguns problemas que motivaram Fabrício Gandini a fundar a Maramar em 2003. “Se você pegar a Baixada Santista e fizer um raio de 100 km você encontra todos os tipos de conflitos socioambientais existentes no Brasil”, declara o fundador da ONG.

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Um ano após obras, sujeira ainda toma canais do Fundão e do Cunha

Publicado em 24 de janeiro de 2014 em Últimas Notícias | 0 comentários

Um ano após obras, sujeira ainda toma canais do Fundão e do Cunha

Programa ambiental de R$ 194 milhões não mudou cenário degradado.

Obras de recuperação dos canais terminaram em dezembro de 2012.

RIO — Um ano após a conclusão das obras de dragagem dos canais do Fundão e do Cunha e da recuperação do manguezal da área, quem passa pela Linha Vermelha ou pela Ponte do Saber pode constatar que eles ainda estão longe de se transformar em habitat de peixes e caranguejos, como apostava a Secretaria estadual do Ambiente no início do projeto, em 2009. Localizados na principal porta de entrada do turismo internacional no Rio, os dois canais são um mar de esgoto e lixo. Segundo o estado, durante os quatro anos foram dragados 2,2 milhões de metros cúbicos de material, numa área de 6,5 quilômetros de extensão. Financiado pela Petrobras em parceria com o governo do estado e a UFRJ, o programa ambiental custou R$ 194 milhões e foi concluído em dezembro de 2012.

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Caldeirão carioca: calor até debaixo d’água

Publicado em 24 de janeiro de 2014 em Últimas Notícias | 0 comentários

Caldeirão carioca: calor até debaixo d’água

Falta de ressurgência e massa de ar quente elevam temperatura do mar.

RIO – Nem um mergulho atenua a onda de calor que castiga o carioca desde o início do ano. Em janeiro, a temperatura da superfície do mar nas praias oceânicas chegou a 30 graus Celsius por sete dias – 2,5 graus Celsius acima da média histórica de 40 anos, de acordo com informações de satélite da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês). O mar desse mês não lembra em nada as águas geladas que costumam refrescar corpo e mente durante o verão.

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A lama que vem do sul

Publicado em 23 de janeiro de 2014 em Últimas Notícias | 0 comentários

A lama que vem do sul

Uma mudança gradual no clima – de seco para úmido – e nos padrões de precipitação, com chuvas mais intensas e frequentes, no interior da América do Sul, nos últimos 6 mil anos, deve ter alterado a influência e a descarga de sedimentos do caudaloso rio da Prata sobre o oceano Atlântico. Estudos recentes de oceanógrafos e geólogos do Brasil, da Alemanha e do Uruguai indicam que os grãos finos de areia, a lama e o material orgânico, carregados pelo rio e depois embalados pelas correntes marinhas, começaram a chegar nessa época – e ainda chegam – até o fundo do mar próximo à ilha de São Sebastião, no litoral paulista, a 2 mil quilômetros de Montevidéu, a capital do Uruguai e uma das últimas cidades banhadas pelo rio antes de suas águas se misturarem com as do mar.

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Uma resposta para o paradoxo da Antártica

Publicado em 23 de janeiro de 2014 em Últimas Notícias | 0 comentários

Uma resposta para o paradoxo da Antártica

Oscilações na temperatura do Atlântico afetam distribuição de gelo e clima na região.

RIO – Nos últimos anos, uma série de estudos indicou que as regiões polares do planeta são as que mais estão sofrendo com o aquecimento global. Mas enquanto o Ártico dá sinais claros disso, com sucessivas quedas na área de cobertura do gelo oceânico nos verões no Hemisfério Norte, do outro lado da Terra eles são contraditórios: na Península Antártica e nos mares próximos (Amundsen, Bellingshausen e Weddell), no Noroeste do continente, a extensão do gelo tem caído, mas no Mar de Ross, a Leste, ela vem crescendo, o que faz com que, em média, esta cobertura tenha se mantido e até aumentado levemente nas últimas décadas. Agora, porém, os cientistas podem ter encontrado uma explicação para este paradoxo da Antártica, e a responsável seria a oscilação na temperatura de superfície da água do Oceano Atlântico.

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